“It feels like as long as I am primarily an employee, I will never 'make it'. So, how do I escape this state of only selling my time?”
Um engenheiro de software na Alemanha teve uma revelação inquietante em meio às demissões em massa na tecnologia: mesmo com um bom salário, ele ainda pertence à classe trabalhadora. A diferença fundamental não é quanto ganha, mas como ganha - vendendo tempo ao invés de possuir ativos que geram renda.
Sua angústia reflete uma realidade compartilhada por muitos profissionais tech: apesar dos salários atraentes, comprar um apartamento nas grandes cidades alemãs onde estão os empregos parece impossível. Ele percebeu que mesmo subindo na carreira corporativa, continuará dependente de um empregador que pode dispensá-lo a qualquer momento.
Buscando escapar dessa armadilha, ele já investe algumas centenas de euros mensais em ETFs e considera empreender, mas se sente inexperiente para dar esse salto. Sua história ilustra um dilema moderno: como profissionais qualificados podem transformar conhecimento em propriedade, saindo da posição de vendedores de tempo para donos de patrimônio que trabalha para eles.